Transportadoras Rodoviárias de carga: 12 mil
Transportadores Autônomos de carga: 350 mil
Transportadores de Carga própria: 50 mil
Participação no PIB: 3,4%
Média anual total transportado: 396 bilhões tkm
Faturamento médio anual: usd 25 bilhões
Empregos gerados no setor: 3,5 milhões
Investimento anual: usd10 bilhões
Endividamento médio anual: 37%
Frota nacional de veículos: 1,675 milhão
Consumo médio anual de combustível: 33 bilhões de litros
Consumo médio de óleo diesel: 18 bilhões de litros
Aquisição de caminhões (média anual): 50 mil unidades
Fonte : NTC (Associação Nacional de Transporte de Cargas), 1996/97
O negócio da navegação
, atualmente, tem muito a ver com corte de custos o que, todavia vai
depender de volume uma vez que, quanto maior o volume carregado , maior
a tendência de cair os custos por unidade. Isto explica o porque do
aparecimento de super navios de até 6,600 teus de capacidade nominal os
quais ainda não atracam nos portos da América do Sul. Acontece que ,
para carregar maiores volumes, os armadores precisam providenciar mais
capacidade, por isso que não surpreende a ninguém o fato de muitos tráfegos
estarem com overcapcity, competição ferrenha e fretes baixos.
A situação acima descrita
resulta num círculo vicioso tipo “ necessidade de cortar custos –
aumentar volume – construir navios maiores – criar excesso de
capacidade – lutar com a concorrência – gerar uma situação de
fretes baixos – necessidade de cortar custos …”
É óbvio que sobreviverão apenas os mais fortes , os quais
procurarão alianças , o que já vem acontecendo muito nos últimos
anos mas, os embarcadores não têm porque temer uma situação de
fretes altos porque o círculo vicioso esta aí . Até mesmo os fretes
de exportação que tem subido ultimamente no Brasil não estão alcançando
níveis absurdos se considerarmos que os mesmos desceram muito nos últimos
quatro anos.